Clube UNESCO – Templários: Histórias por Contar
ÁGUEDA – 22 DE FEVEREIRO DE 2025
No âmbito das atividades do Clube UNESCO promovidas pela Associação Raízes e Horizontes, assim, Luís Élye, artista e investigador independente, foi convidado para uma sessão dedicada ao fascinante universo histórico e simbólico dos Templários.
Percurso e abordagem de Luís Élye
Luís Élye é pintor de belas-artes, professor e conferencista, com um percurso que cruza arte, história, conhecimento tradicional e espiritualidade. Além disso, com formação em Belas-Artes e estudos na Goldsmiths, University of London, desenvolve há várias décadas trabalho artístico nas áreas do retrato, pintura de natureza e investigação em arte simbólica e geometria sagrada.
Investigação e trabalho desenvolvido
Ao longo da sua carreira, tem dinamizado conferências, workshops, visitas temáticas e formações dedicadas à geometria sagrada e ao simbolismo presente em monumentos históricos e na tradição cultural europeia. Dessa forma, contribui para uma compreensão mais profunda das ligações entre arte, história e espiritualidade.
Os Templários: história, simbolismo e tradição
Durante esta sessão, conduziu os participantes numa viagem pela história e pelos mitos associados à Ordem dos Templários, explorando episódios menos conhecidos e a riqueza simbólica associada a esta ordem medieval. Por conseguinte, reforçou-se a importância de interpretar este legado para além da sua dimensão histórica.
Reflexão e impacto da sessão
Num ambiente de partilha e curiosidade intelectual, a conversa permitiu cruzar história, arte, espiritualidade e património. Assim, promoveu-se uma reflexão mais ampla sobre o papel destes elementos na construção do conhecimento contemporâneo.
Impacto e Reflexão
Esta sessão contribuiu para aprofundar a reflexão sobre a relação entre o conhecimento histórico e a dimensão simbólica dos Templários. Assim, evidenciou-se a importância de compreender o património não apenas como herança do passado, mas também como fonte ativa de interpretação no presente. Deste modo, reforça-se a relevância de uma leitura crítica e atual do legado histórico.
Por um lado, foram exploradas narrativas históricas associadas à Ordem dos Templários. Por outro, destacou-se a riqueza simbólica e cultural que continua a marcar o imaginário coletivo. Desta forma, promoveu-se uma visão mais integrada entre história, cultura e identidade.
Além disso, ao incentivar o diálogo entre arte, história e espiritualidade, a sessão reforçou o papel do conhecimento interdisciplinar na construção de pensamento crítico e consciente. Por conseguinte, evidenciou-se a importância de integrar diferentes perspetivas na análise da realidade.
Nesse sentido, iniciativas como esta tornam-se fundamentais para valorizar o património cultural, promovendo assim uma leitura mais profunda e informada da nossa história coletiva.
Acompanhe as próximas iniciativas da Associação Raízes e Horizontes.



